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Daily Archives: 19 de julho de 2015

Clientes pelo celular?

Sua empresa está pronta para conquistar clientes pelo celular?

A pesquisa Hábitos e comportamentos dos usuários de redes sociais realizado pelo e.Life Group revelou que os celulares e smartphones já são o principal meio de acesso à internet no Brasil. Os aparelhos móveis são os mais utilizados por 43% dos entrevistados, um crescimento de 25% em relação ao ano anterior.

Até aí não parece ser uma grande novidade, já que por onde a gente anda praticamente todo mundo está com um aparelho na mão. Parece tão natural que é preciso um estudo assim para tornar mais evidente o que está na cara, mas que não relacionamos com nossos negócios. Cada vez mais pessoas utilizam esses aparelhos para ter contato com nossa empresa, produtos e serviços. Seja acessando o site, o perfil nas redes sociais e pesquisas no Google, ou mesmo através de mensagens diretas como e-mail e Whats App. Ou seja, o smartphone tornou-se o primeiro canal de contato com seus clientes.

Nos EUA o chamado mobile marketing vem crescendo a taxas de 50% nos últimos cinco anos, devendo movimentar US$ 400 bilhões em 2015. Não à toa, foi considerado um dos principais fatores de estímulo da economia no país.

Tanto que em abril o Google anunciou uma grande mudança nas suas regras, passando a priorizar nas pesquisas os sites com layouts adaptáveis para os aparelhos móveis (responsivos). A medida teve impacto tão grande que os especialistas a apelidaram demobilegeddon (mobile armageddon), por prever que muitos sites bem posicionados nas buscas iriam desabar por não possuírem versões mobile.

E a sua empresa, está preparada para atender a essa nova demanda?

Tenha em mente que a pessoa que você encontra no metrô, na rua, no shopping ou no trânsito consultando o celular pode estar buscando por produtos e serviços que você fornece, ou até mesmo tentando acessar o site da sua empresa. E aí, o que ela vai encontrar?

Será que vai ficar satisfeita?

Ou, pior, será que vai encontrar alguma coisa?

Conheço muita gente que nunca acessou o próprio site pelo celular ou tablet. Se é o seu caso, faça uma experiência, pegue o seu smartphone agora e tente. Se ele abre rapidamente, se adapta aos diferentes formato de tela, facilita a visualização das principais informações e é de fácil navegação, parabéns! Se, pelo contrário, encontrou uma miniatura do que está acostumado a ver na tela do seu computador ou notebook, em que é necessário empurrar de lá para cá para achar o que procura, é melhor se preocupar pois é assim que um número cada vez maior de potenciais clientes enxerga sua empresa.

Para adaptar a empresa para esse novo momento, transformando o celular em uma ferramenta para gerar novos negócios, o primeiro passo é estar atento às mudanças de hábitos e necessidades dos usuários. Não só a forma de acessar mas também o tipo de informação que procuram pode mudar de acordo com o aparelho usado: pesquisar informações em casa, sentado confortavelmente em frente à tela grande do computador, é uma situação bem diferente de buscar informações andando na rua com um celular de tela pequena. Em casa você pode ter calma para ler textos longos e informações complementares. Na rua, o que precisa são informações rápidas e práticas, como o número de telefone e endereço. As prioridades e necessidades mudam conforme o aparelho a ser utilizado.

O que está acontecendo no varejo norte-americano serve para ilustrar bem esse cenário. Lá, 70% dos consumidores usam smartphones enquanto fazem compras nas lojas para comparar preços, ler resenhas de produtos, obter cupons e verificar o que há no estoque.

Aqui esse comportamento só não é maior devido à precariedade da nossa rede de internet 3G, mas a situação deve melhorar em ritmo acelerado nos próximos anos. As grandes redes varejistas já se conscientizaram que não adianta restringir o acesso na área de vendas com medo da concorrência e algumas inclusive já fornecem acesso wi-fi gratuito. A internet deve ser encarada como uma aliada para aumentar o tempo de permanência do consumidor na loja e estimular a compra.

O segundo passo é adaptar as estratégias e ações de marketing. A equipe da Clínica Marketing Digital preparou a lista das cinco prioridades para colocar sua empresa dentro da realidade mobile. São elas:

Responsividade: site responsivo adapta-se automaticamente ao formato de tela do aparelho utilizado, mas não se resume a isso. É necessário destacar as informações que o usuário quer ver com rapidez, o que pode variar de acordo com o perfil do público-alvo ou da situação. Por isso é importante estudar a versão mobile em conjunto com o desenvolvedor.

Mobile First: Nos EUA, onde o acesso à internet via celular já ultrapassou os desktops e PCs há mais tempo, a prioridade é desenvolver o layout do site para as telas de smartphones e tablets, fator que deve ser levado em conta caso sua empresa pretenda desenvolver um novo site.

SEO: O Google é responsável por gerar de 50% a 60% do tráfego dos sites no Brasil, e a situação na muda em relação ao mobile. Pelo contrário, fazer a consulta no Google pelo celular para buscar informações sobre empresas, marcas e produtos é até mais prático. Por isso é necessário trabalhar o SEO do site também visando os resultados das buscas pelos aparelhos móveis, que podem se diferenciar em relação aos notebooks e desktops pelas palavras-chave.

Publicidade mobile: O Google vem acompanhando essa tendência há alguns anos e já oferece a possibilidade de segmentar as campanhas de anúncios (adwords) de acordo com o tipo de aparelho que a pessoa esteja utilizando. E, da mesma forma que o SEO, necessita de uma estratégia própria para o mobile.

Redes sociais: Facebook e Instagram são as redes sociais: se o perfil dos seus clientes e consumidores tem potencial para interagir com sua empresa via celular, é fundamental investir na presença em redes sociais como Facebook, Instagram e Linked In, bastante acessadas por praticamente todo mundo que possui um smartphone.

fonte: e-commerce news.

Rastreamento do e-commerce

A importância da automação no rastreamento do e-commerce

O e-commerce nacional avança a passos largos. Isso é fato, porém grande parte do público que hoje adquire produtos pela internet ainda tem certa insegurança para saber se a mercadoria chegará em sua casa no prazo combinado. Infelizmente, mais da metade das ligações para o SAC das lojas virtuais são referentes à demora ou não entrega dos produtos comprados.

Com o avanço tecnológico e desenvolvimento de novas plataformas, os gestores de e-commerce ganharam aliados para aprimorar a experiência do consumidor com relação a entrega de produtos. Pode-se, por exemplo, utilizar soluções que se integrem com os sistemas de informação das transportadoras, a fim de acompanhar todo o status do processo de logística da loja, informando em tempo real os clientes, que ansiosos esperam por seu produto. Porém, esta não é uma tarefa simples, pois além de tempo e investimento em desenvolvimento, não há um padrão para fazer esta integração.

Essas ferramentas possibilitam que as empresas consigam gerir todo o processo logístico do pós-venda, visualizando uma série de gráficos, mapas e informações que permitem com que os e-commerces consigam identificar problemas e proponham soluções de forma mais assertiva. Para fazer o melhor uso das soluções disponíveis no mercado e solucionar possíveis problemas ao longo do caminho, listei três pontos que são primordiais para automação no rastreamento de produtos online:

Integração com as transportadoras – A grande maioria dos e-commerces com mais tempo de mercado costumam trabalhar com diversas transportadoras, com o objetivo de atender necessidades diferentes. Porém, por vezes se esquecem que cada uma delas atua com um sistema de gestão interno distinto. Por isso, para contornar os problemas de integração e comunicação foram desenvolvidas tecnologias de rastreamento para gestão logística, que já são compatíveis com as principais transportadoras e que oferecem as informações necessárias ao monitoramento da entrega, provendo visibilidade gerencial e a oportunidade de tratar possíveis reclamações de maneira pró-ativa.

Ferramentas de rastreamento – O sistema de rastreamento permite gerir a logística do pós-venda. O gestor de e-commerce consegue identificar problemas e propor soluções de forma mais assertiva, permitindo o acompanhamento da entrega nos últimos 30 dias e indica quais as regiões (por estado, município ou ranges de CEP) que mais estão sofrendo atrasos. Por meio dessas informações, os gestores podem tomar medidas corretas para solucionar problemas e avaliar a qualidade do trabalho das transportadoras. Além disso, esses sistemas calculam o acordo de nível de serviço (Service Level Agreement ou SLA), que indica o quão satisfatório é o trabalho da empresa prestadora de serviços de entrega. Esse índice leva em conta atrasos e pontualidade em relação aos prazos acertados previamente.

Administre a ansiedade do cliente – Os gestores de e-commerces devem usar as informações de rastreamento e investir na comunicação com os clientes. É preciso estar cada vez mais próximo dos consumidores, passando todas as informações referentes ao produto que está prestes a chegar em sua casa. Entrar em contato com o seu cliente e deixá-lo atualizado sobre o processo da compra, seja via e-mail, SMS, evita a ansiedade e a procura pelo SAC.

Por fim, se a compra chegou ao destino com sucesso, os e-commerces podem usar o método de pesquisa Net Promoter Score (NPS), que é aplicado mundialmente para indicar a satisfação de compra do cliente. Esse índice apresenta uma avaliação da satisfação do cliente em relação ao seu e-commerce, o que pode aumentar a pulverização positiva sobre a eficiência de sua loja online, ampliando o número de consumidores e conversão de vendas.

fonte: e-commerce news

APLICATIVO NUTRILITE

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Integrado com o Mobile Commerce Nutrilite, a MobiUP criou funcionalidade que permite aos usuários a realização de teste para identificação do Perfil Nutricional. O aplicativo sugere ao usuário a compra dos produtos com maior adequação ao seu perfil nutricional. O aplicativo foi integrado com os meios de pagamento e com o sistema de Anti-fraude.